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Alerta da edição mensal

 

 

Questionário clínico padronizado para identificar a diversidade fenotípica da polineuropatia diabética

Amanda de Araújo Fonseca

Mani Indiana Funez

 

Aproximadamente 54% dos pacientes com diabetes tipo 1 e 45% dos pacientes com diabetes tipo 2 desenvolvem polineuropatia. Ela causa grande impacto emocional, financeiro e pode ser incapacitante. A polineuropatia apresenta-se como diferentes sinais e sintomas. Essa variedade fenotípica pode estar associada a combinações genéticas, fatores fisiopatológicos e acometimento de diferentes tipos de fibras. Uma vez identificado o fenótipo haverá um melhor direcionamento do tratamento. Um grupo de pesquisadores americanos combinou perguntas e testes físicos para identificar essas diferenças em um protocolo denominado Standardized Evaluation of Pain and Somatosensory Function (StEPS). Participaram do estudo 105 pacientes com diagnóstico de Diabetes tipo 2 e 20 indivíduos sem diabetes. Todos responderam ao questionário e passaram por testes físicos contidos no protocolo. Os resultados demonstraram que o protocolo facilita a identificação de diferentes fenótipos da polineuropatia, podendo facilitar a prática clínica e direcionar melhor o tratamento.

 

Referência: Scholz J1, Rathmell JP, David WS, Chad DA, Broderick AC, Perros SG, Shin NS, Wells JL, Davis JB, DiMaggio CJ, Wang S, Tate SN. A standardized clinical evaluation of phenotypic diversity in diabetic polyneuropathy. Pain. 2016; 157(10):2297-308.

 

Alerta submetido em 16/07/2017 e aceito em 16/07/2017.


Leitura original e/ou complementar